Americanos tem a cultura da Nanny, da babysitter, a gente vê muito em filmes. O povo vive pro trabalho, é muito ocupado, independente, precisam de alguém para tomar conta dos filhos e pagam muito bem por esse serviço. (texto completo)
Casais suando, descendo até o chão, um enganchado, mas geralmente é a mulher que faz todo o serviço. Tem alguns passos que o parceiro apenas enconsta num batente, numa quina, numa parede qualquer, coloca a mão atraz da cabeça e a gatinha vem com o traseiro com toda força. Vou te contar, aja viagra. (Mais)
Anualmente vários motociclista do país vem para DC participar do evento chamado "Rolling Thunder Motorcycle Rally", homenagear os veteranos, os mortos e os desaparecidos na guerra. Pelo evento, gente de todas as idades, homens e mulheres desfilando em suas motos, com roupas de couro preta e tatuagens a mostra. (Mais)
Bem, mas o que se sabe mesmo é que todo mundo quando está afim de mudar algo, umas das primeiras coisas que faz é mexer com o cabelo. Provavelmente porque a cabeça é o lugar que se vê primeiro e também por que o cabelo faz toda diferença numa pessoa... (texto completo)
E Lou é Lou, ou seja, camiseta preta de lurex, calça jeans. Apenas isso, e muita poesia. O show é um antídoto perfeito para, por duas horas, nos fazer esquecer do mundo lá fora. Da violência, dos assaltos e dos corações partido, das pessoas que estão longe. Uma vez no mundo de Lou Reed, não tem jeito, você é pego. (texto completo)
Era para ser apenas um stop e tinha a intenção de durar somente 4 meses, mas já estou aqui há pouco mais de 1 ano. No início foi meio bizarro, uma “terra estranha, gente esquisita”, mas foi ficando legal e hoje tenho a certeza de que tudo isso teve um motivo. (Texto completo)
Eles são do Texas e é super-complicado definir um estilo, mas para quem gosta de electro-dance, soul, uma pitada de rock, dançar até cair; não pode deixar de conhecer o som da dupla. (texto completo)
Aproximadamente 2000 homens e mulheres, tiraram as calças (literalmente) no metro aqui em Washington DC e em outras 9 cidades do mundo, sem se preocupar com o frio de menos 0Cº, os risinhos presos, os comentários indiscretos e os olhares curiosos.(texto completo)
Independentemente de estação de ano, faça chuva ou faça sol, ir ao cinema ainda é o melhor programa para se fazer em um domingo à tarde, principalmente se deliciando com uma gostosa e suculenta pipoca... (texto completo)
Há 1 ano atrás estava saindo das terras Alencarinas e desembarcando na capital Americana Washington DC. No meio de nenhuma expectativa e uma viagem improvisada de última hora, tinha planos de ficar até abril/07 e hoje completo as quatro estações do ano com o meu novo blog ... (Texto completo)
Esse final de semana por aqui foi feriado pronlongado por conta do “Memorial Day”. Essa data, é o dia do ano que os americanos juntam-se com amigos e familiares pra relembrar daqueles que serviram o país e morreram ou desapareceram na guerra. Vários eventos acontecem no final de semana prolongado, com direito a homenagens, desfiles e show com bandas. Mas o que impressionou foi presenciar aproximadamente 400.000 motos reunidas no "Ride for Freedom".
Anualmente vários motociclista do país vem para DC participar do evento chamado "Rolling Thunder Motorcycle Rally", homenagear os veteranos, os mortos e os desaparecidos na guerra. Pelo evento, gente de todas as idades, homens e mulheres desfilando em suas motos, com roupas de couro preta e tatuagens a mostra. A maioria das motos, Harley-Davidson, de todos os tamanhos, cores. Realmente é de se impressionar, principalmente para aqueles que gostam de motos e que cultuam o universo da Harley.
Cheguei atrasada no concerto, o clube estava lotado como eu nunca tinha visto antes. Lá no fundo não conseguia ver nada, nem o palco, só a luz fraca que iluminava o ambiente. Por todos os lados as pessoas estavam sérias, compenetradas, inebriadas pela música. Tinha gente de todas as idades, mas o público maior era os “dinossauros” de uma época passada, um povo mais velho acima dos 40, 50 anos. Com o jeitinho brasileiro e simpatia, fui pedindo licensa, andando devagarinho, sorrindo pra um e pra outro até que cheguei bem na frente, quase de cara com o palco e lá estava ele, o Lou, a menos de 3 metros de distância. Foi bem especial esse momento, pois foi exatamente quando ele comecou a tocar “I’m sticking with you”.
Esse momento mágico aconteceu ontem a noite no 9:30 Club, em Washington DC. Fiquei emocionada e fui tirar minha máquina para registrar, quando o seguranca chegou pertinho e disse que não podia tirar fotos. Fiquei frustada, mas minha emoção não abalou.
A iluminação era simples. No palco nenhuma decoração. A banda super afiada, o baixista Fernando Saunders faz de seu baixo um violino, em várias passagens. O baterista Tony "Thunder" Smith é um show de carisma, enquanto o guitarrista Mike Rathke é um guitarrista de rock, com todos os melhores adjetivos do termo. E Lou é Lou, ou seja, camiseta preta de lurex, calça jeans. Apenas isso, e muita poesia. O show é um antídoto perfeito para, por duas horas, nos fazer esquecer do mundo lá fora. Da violência, dos assaltos e dos corações partido, das pessoas que estão longe. Uma vez no mundo de Lou Reed, não tem jeito, você é pego.
Louis Allan Reed declamou para o público suas letras urbanas, poéticas, proféticas, mágicas, urgentes. Um pouco rouco, umas falhas na voz, mas isso nao abalou o show do cara que decidiu fazer música para unir o som de sua Fender com um texto tão forte quanto os de Shakespeare e Dostoevsky.
Você conhece o som de uma Fender? Se disse que sim, só tenho uma constatação: você já foi num show do Lou Reed? Sim, porque só quem foi num show desse cara sabe o real som que tem uma Fender Stratocaster. Eu fui. Eu vi. Ouvi. E no capitulo do rock and roll "já posso morrer feliz" eu digo: eu vi Lou Reed e ele tocou Sweet Jane e Perfect Day.
Uma das vantagens de morar aqui nos Estados Unidos é o acesso a cultura, os eventos, os grande shows. Todo final de semana tem uma novidade, uma banda interessante, um espeáculo internacional. Adoro interagir com tudo e só em pensar que posso ver minhas bandas preferidas ao vivo, é super excitante.
Esse final de semana fui a o show de uma banda que passei a conhecer depois que cheguei aqui e confesso que não lembro a última vez que fui a um show tão energético como o show da dupla Ghostland Observatory. Eles são do Texas e é super-complicado definir um estilo, mas para quem gosta de electro-dance, soul, uma pitada de rock, dançar até cair; não pode deixar de conhecer o som da dupla. O show foi sensacional, o vocalista Aaron Behrens lembra um pouco uma garota, com seu jeans apertadíssimo, duas tranças longas no cabelo e a voz fina e alta, mas sua performace no palco é incomparável. Dança como um louco, requebra, pula, toca guitarra e faz o público delirar.
Ghostland bombou aqui em DC e os ingressos esgotaram. A música, a iluminação, a fumaça artificial e o público enlouquecido, criaram um ambiente excelente para dançar. Saí do concerto completamente sem energia e com dois CDs super fantásticos na mão.
Mais informações sobre a banda pode ser encontrada no website www. Ghostlandobservatory.net ou no www.myspace.com/ghostlandobservatory